Oceano azul: invista em novos mercados
Jul06

Oceano azul: invista em novos mercados

POR: ENDEAVOR BRASIL A estratégia do oceano azul propõe uma nova abordagem para o crescimento de um negócio que quer ser cada vez mais lucrativo: explorar novos mercados em vez de disputar com seus concorrentes aqueles já saturados. E, então, a Apple lançou o Itunes e o Ipod. E esses novos produtos colocaram a empresa milhas à frente da concorrência. Com as novidades, alcançou um novo mercado além do seu: os consumidores de música. E o melhor: os antigos concorrentes dela não estavam ali. A Apple entrou soberana no oceano azul. Falando sobre oceano azul, a história de Samuel Klein e seu império, as Casas Bahia, também logo vem à cabeça. Muito antes de se falar no conceito, o empreendedor já estava à frente de seus concorrentes, pilotando seu transatlântico em um enorme e límpido oceano azul, ou um enorme e inexplorado mercado: consumidores de baixa renda. Não é à toa que construiu um império, e quando seus concorrentes (outras grandes lojas de eletrodomésticos) lutavam para vender mais, ele prosperava em outros setores, intocado e bastante seguro das perspectivas do mercado que tinha descoberto. DE ACORDO COM ESTRATÉGIA DO OCEANO AZUL, PARA UMA EMPRESA SE TORNAR UM NEGÓCIO CADA VEZ MAIS LUCRATIVO E CRESCER, ELA DEVE BUSCAR NOVOS E INTOCADOS MERCADOS (EM VEZ DE DISPUTAR CONSUMIDORES COM SEUS CONCORRENTES EM MERCADOS JÁ SATURADOS) De acordo com esse novo olhar, o empreendedor pode e deve fugir da competição em mercados já explorados – onde as possibilidades de crescimento e aumento de lucratividade são, justamente, cada vez menores devido ao aumento da concorrência – e direcionar seu negócio para novos mercados, até então inexplorados. Essa abordagem vale tanto para futuros empreendedores, quanto para negócios já existentes. Para crescer, busque novos mercados. Mas, afinal da onde vem essa história de oceano azul? O conceito da estratégia do oceano azul foi criado por dois pesquisadores, W. Chan Kim e Renée Maiborgne. Após a realização de uma grande pesquisa envolvendo mais de 150 movimentos estratégicos ocorridos em mais de 30 indústrias ao longo de 100 anos (1880-2000), chegaram justamente à conclusão que as empresas, em vez de competir com concorrentes, poderiam focar em novos mercados. Assim, o termo oceano azul foi uma metáfora criada para descrever os tais novos mercados, intocados e livres de concorrência. Também há um nome poético para denominar mercados já conhecidos e saturados, oceano vermelho, que representaria um grande e sangrento campo de batalha, onde empresas concorrentes lutariam entre si na disputa por consumidores. A pesquisa e a abordagem foram apresentados no livro “Blue Ocean Strategy”, um grande sucesso de vendas, que fez a cabeça de importantes executivos do mercado,...

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O Brasil é pouco empreendedor
Jul01

O Brasil é pouco empreendedor

A inovação de produtos e processos não é uma realidade no Brasil, e dificilmente será no curto prazo. Se o empreendedor nascente pode desenvolver um negócio só atendendo a demanda existente, por meio de um negócio tradicional, onde existem poucos concorrentes, para que se arriscar levando um produto diferente, ou ainda explorar o mercado internacional?

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1º dia da ABF Expo supera expectativas da NTW Contabilidade
Jun25

1º dia da ABF Expo supera expectativas da NTW Contabilidade

Com um estande duas vezes maior que o do ano passado, aliado às recentes conquistas e ao amplo trabalho de comunicação voltado à sua participação na ABF Franchising Expo, a NTW Contabilidade já começa a colher resultados positivos na feira, que se iniciou ontem (24-06) e vai até sábado no Expo Center Norte, em São Paulo. A avaliação é do diretor executivo da empresa, Ricardo Aguiar, visivelmente satisfeito com a intensa movimentação no espaço reservado para a maior franquia contábil do País expor o seu trabalho (Rua D/119). “Essa é nossa segunda vez na ABF Expo e, com relação ao ano passado, está incomparável. Não tivemos tempo para nada, a não ser atender o público”, destacou Aguiar. A qualificação dos profissionais e empreendedores que procuravam conhecer melhor a NTW foi outro aspecto bastante comemorado por Aguiar. Além de contadores em busca de seu próprio negócio, o estande da rede recebeu diversos advogados interessados em parcerias futuras. “Tudo isso é fruto de nosso trabalho árduo para mostrar o que estamos fazendo pelo franqueado, o que trouxe reconhecimentos como o Selo de Excelência da ABF e o Top 10 no ranking da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios das melhores franquias para se empreender na categoria Serviços Gerais”, analisou o diretor executivo. “Foi igualmente importante a grande divulgação de nossa área de comunicação sobre a participação no evento, tanto internamente quanto na mídia.” Game de franquias Do ponto de vista institucional, o primeiro dia da feira teve como maior destaque o lançamento oficial do Game Franquias Brasil, cujos jogos apresentam, de maneira intuitiva, alguns dos principais pontos para a administração de uma empresa bem sucedida. Desenvolvido pela Associação Brasileira de Franchising e o Sebrae Nacional, o game é composto por seis fases: 1. Preços, Vendas e Custos; 2. Gestão de Pessoas; 3. Atendimento a Clientes; 4. Marketing e Merchandising; 5. Gestão Financeira; 6. Indicadores de Desempenho. “Fazer a gestão financeira das unidades, administrar o pessoal e ter um bom relacionamento com os clientes são as três principais dificuldades apontadas pelos empresários. A abertura de uma franquia envolve menos riscos que um negócio próprio. Mas, mesmo assim, os empresários precisam de apoio para fazer a correta gestão das empresas”, afirmou o gerente da Unidade de Atendimento Setorial Comércio do Sebrae, Juarez de Paula. Para Ângela Manzoni, diretora de Educação da ABF, essa iniciativa inovadora será fundamental para a disseminação e a melhor absorção do conteúdo. “O usuário será, virtualmente, dono de um negócio e poderá se divertir e aprender de forma lúdica, a, por exemplo, contratar, reduzir custos e tomar decisões que aprimorarão seus conhecimentos”, explicou. A ABF Franchising Expo reúne 480...

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Crise política, crise econômica, e-commerce sem lucro! E agora, o que fazer?
Jun24

Crise política, crise econômica, e-commerce sem lucro! E agora, o que fazer?

Por Rafael Campos* Em 2010, eu estava saindo de um almoço no bairro de Vila Olimpia, em São Paulo, e acabei escutando a conversa de dois rapazes na minha frente. “Cara, já sei como ficar rico!”, disse um. O amigo respondeu: “Como!? Me explica!”. Eis que o primeiro esclareceu: “É simples! Eu vou pegar R$ 40 mil e comprarei tudo em capinhas de celular da China para vender na internet. Vou transformar esses R$ 40 mil em R$ 100 mil rapidamente. Aí compro os R$ 100 mil em mais capinhas! Fiz as contas. Em dois anos, vou faturar R$ 5 milhões por mês”. Incrédulo, o colega ouvinte perguntou: “Mas, tão fácil assim?” E a resposta foi simples: “É assim mesmo. Você não ouviu falar sobre a Netshoes?”. Pois é meu amigo. Não era tão fácil assim. Em 2012, por exemplo, a Netshoes já publicava prejuízo. Em 2014, o cenário se manteve. A B2W também, ano pós ano, obtinha resultados negativos. Entre os pequenos, o cenário também não parece ser bom. Mais de 40% das empresas quebram no primeiro ano de vida no mundo on-line. E agora, em 2015, o cenário econômico do Brasil mostra sinais de recuo. Algumas lojas virtuais que antes cresciam 20% ao ano, no primeiro trimestre diminuíram 3% a sua margem de crescimento. As lojas virtuais avançam, mas muito abaixo do esperado. Porém, em meio a tantos problemas, o que fazer? Sentaremos e esperaremos tudo isso passar ou teremos que nos reinventar para descobrir quais caminhos alternativos existem? Não precisamos ser gênios. Não precisamos ir muito longe. No começo do ano aconteceu um dos principais eventos de varejo do mundo, a NRF. Todos que tiveram a oportunidade de participar ou analisar o conteúdo perceberam que o e-commerce como conhecemos, acabou. Sobreviverá aquela loja que encaixar sua estratégia digital dentro da companhia. O caminho será mais rentável e lucrativo para as empresas que possuírem lojas físicas e integrarem de maneira coerente os canais. E aí vem a pergunta: Qual é a estratégia digital do seu canal on-line dentro da empresa? Quais iniciativas de omnichannel você utiliza? Abaixo vamos analisar seis fatores que podem ajudar a sua loja a aumentar a receita ou diminuir os custos operacionais: Captura de clientes de loja física: imagine um cenário no qual sua loja virtual gaste de 8% a 10% do faturamento em mídia on-line. Se o seu ticket médio de um pedido é de R$ 400 reais, isso significa que você gasta entre R$ 32 e R$ 40 reais para gerar uma compra. Por isso, crie políticas para que a vendedora da loja física, ao capturar o e-mail de um cliente...

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Campanha “O meu sonho, eu não arrisco”orienta jovens empreendedores
Jun24

Campanha “O meu sonho, eu não arrisco”orienta jovens empreendedores

Lançada pela ABES, a campanha faz parte da iniciativa Empreendedor Legal, que traz um novo portal www.empreendedolegal.com.br e tem o objetivo de orientar os empreendedores sobre os riscos de utilizarem software ilegal em seu próprio negócio

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Intenção de empreender aumenta 22% em dois anos, diz Data Popular
Jun24

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Pesquisa do instituto Data Popular mostra que 38,5 milhões de brasileiros querem abrir o próprio negócio. Atualmente, 28% dos brasileiros querem empreender.

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Jun21

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Jun21

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Jun16

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Mulheres empreendedoras: por que precisamos conhecê-las melhor
Jun15

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Além de aprender “sobre” as empreendedoras, há muito que se aprender “com” elas. Como foi dito, as mulheres utilizam preferencialmente estratégias de relacionamento voltadas para o mercado.

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