Como a Atual Consult apresenta alto valor para os seus clientes?
Mai01

Como a Atual Consult apresenta alto valor para os seus clientes?

Quer manter a sua empresa contábil atualizada? Não fique para trás. Veja como a Atual Consult buscou a inovação.

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Transformação digital na contabilidade: como sua empresa contábil está?
Jan04

Transformação digital na contabilidade: como sua empresa contábil está?

Sua empresa contábil tem investido em inovação e criatividade? Saiba como você pode se tornar um diferencial.

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Amorim Contábil planeja investir no marketing digital
Nov07

Amorim Contábil planeja investir no marketing digital

Confira quais foram os aprendizados que a Amorim Contábil teve ao realizar o Workshop Contador 2.0!

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Contabilidade moderna auxilia empresas de Uberaba a reduzir impostos e tomar decisões baseadas em dados concretos
Ago16

Contabilidade moderna auxilia empresas de Uberaba a reduzir impostos e tomar decisões baseadas em dados concretos

“O Sped traz mudanças profundas e constantes na cultura organizacional da empresa. Não basta mais ser um mero cumpridor de obrigações, mas atuar diretamente na gestão empresarial, auxiliando nas tomadas de decisão”, afirma o contador uberabense Marcelo Alves Paiva.

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Contabilidade e carreiras lucrativas no “País das Maravilhas”
Ago27

Contabilidade e carreiras lucrativas no “País das Maravilhas”

Seguir caminhos errados pode levar não somente ao fim prematuro de uma carreira, mas também ao próprio fracasso pessoal. Convenhamos, pior do que não ter lucratividade em determinada profissão é mergulhar numa vida infeliz.

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O futuro dos escritórios de contabilidade
Jun29

O futuro dos escritórios de contabilidade

Não podemos decretar de fato o fim dos escritórios que não seguem a vanguarda, que não se modernizaram em termos de processos e de feedback à sociedade e especialmente a seus clientes, mas é possível prever que podem sofrer uma grande perda de clientes

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Como é a contabilidade nas franquias
Mai05

Como é a contabilidade nas franquias

O contador precisa se atentar às peculiaridades do ramo profissional que está assessorando. Um bom exemplo disso é a contabilidade nas franquias, um nicho lucrativo, mas bem específico. Qualquer deslize pode resultar em autuações fiscais ao cliente e muita dor de cabeça.

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Encontro Estratégico e Tributário para Escritórios de Contabilidade
Mar03

Encontro Estratégico e Tributário para Escritórios de Contabilidade

É preciso ser gestor do escritório contábil, saber administrar o negócio, gerir pessoas, lidar com conflitos gerados por prazos apertados, aumento de obrigações. E, além disso, é preciso ter um diferencial nos serviços.

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Encontro Estratégico e Tributário para Escritórios de Contabilidade
Fev11

Encontro Estratégico e Tributário para Escritórios de Contabilidade

Controle Fiscal no Varejo (SAT, NFCe, PAF ECF) – Newton Oller de Melo;
Impactos na Tributação. E o que Muda na Rotina do Profissional Contábil? – Lourivaldo Lopes da Silva
SPED Contábil 2015 – Daniel Tavares dos Santos
Bloco K – O Controle do Estoque está Adequado à Contabilidade? – Josué Pereira
Contador 2.0 – Modelos de Negócios Contábeis de Alto Valor – Roberto Dias Duarte

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Impostos, um enigma
Ago28

Impostos, um enigma

Uma tarefa para “O Homem que Calculava”, de Malba Tahan   por Roberto Dias Duarte Beremiz, protagonista do best-seller de Malba Tahan, estava viajando pelo deserto de carona no camelo de seu amigo quando encontrou três irmãos discutindo sobre a divisão da herança de 35 camelos. Segundo o testamento, o filho mais velho deveria receber a metade, ao irmão do meio caberia um terço e o caçula ficaria com a nona parte dos animais. Nenhuma divisão que tentassem satisfazia os herdeiros, pois as terça e a nona partes de 35 também não são exatas. Para resolver a disputa, “o homem que calculava” pediu emprestado o camelo do amigo, propôs uma divisão dos agora 36 camelos da seguinte forma: o mais velho, que deveria receber 17 e meio, ficou com 18; o filho do meio ganharia pouco mais de 11 camelos, ficou 12; o mais moço, em vez de herdar 3 camelos e pouco, ganhou 4. Briga resolvida! Como a soma 18 + 12 + 4 dá 34, Beremiz devolveu o camelo de seu amigo, e ficou com o que sobrou. Atualmente, no Brasil, há uma celeuma entre “irmãos” acerca da Lei 12.741/2012, que obriga as empresas a demonstrar os valores dos impostos embutidos em suas compras. Especialistas apresentam a complexidade tributária do nosso sistema como fator impeditivo para execução adequada da lei. A norma deixa claro, porém, que podem ser divulgados números aproximados, obtidos a partir de indicadores fornecidos por instituições especializadas e idôneas. Jacques Veloso, presidente da Comissão de Assuntos Tributários e Reforma Tributária da OAB/DF, ressalta, com razão, que “muitos ainda não entendem sobre a polêmica lei é que o texto da norma não trata da carga tributária incidente naquela operação de venda, mas sim da totalidade dos tributos que influenciaram a formação daquele preço”. Então, como calcular os impostos que influenciaram a formação do preço dos produtos em um sistema que apresenta 54 alterações normativas por dia? E, mesmo que não houvesse essa legislorragia tributária, a confusão é tamanha que temos nada menos que 11.157.749 milhões de combinações de regras e alíquotas que variam conforme 14.982 classificações de produtos, 1.192 de serviços e 1.327 de atividades econômicas. Para piorar, mesmo que tudo isso fosse muito simples, vários tributos são cumulativos. Assim, em cada etapa produtiva são acrescidos impostos nas matérias-primas e serviços que compõem os produtos. Paradoxalmente, são interessantes os números da inflação. Há dezenas de indicadores que medem o aumento dos preços no Brasil. O valor acumulado nos últimos 12 meses, por exemplo, do IPC (Fipe) aponta 4,92%, o IGP-M (FGV), 5,18%; o IPCA (IBGE), 6,27%; o ICV (Dieese), 6,64%; e o INCC-DI, 7,8%. Qual...

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