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  • Como um escritório contábil partiu de 30 e chegou aos 900 clientes?

    “A principal dificuldade que a gente encontrou lá atrás é a mesma de hoje, que é o contador que quer trabalhar com o preço muito abaixo do valor real de mercado”
    “A principal dificuldade que a gente encontrou lá atrás é a mesma de hoje, que é o que quer trabalhar com o preço muito abaixo do valor real de mercado”

    Herbert Araújo é um jovem de 35 anos, que há 12 anos decidiu desfazer uma sociedade para viver o sonho de . A postura visionária de Herbert sobre o futuro da contabilidade chocava com a postura mais tradicionalista do seu antigo sócio. E o resultado está à vista.

    “Criei a Soma sozinho e ela vem crescendo numa  média de 15% a 20% ao ano desde a sua fundação”, conta o fundador.

    É notório o da Soma Contabilidades que já uma referência no setor em Goiânia, Goiás.

    “No início a Soma tinha 7 funcionários e uma média de 30 clientes, hoje a empresa está com 900 clientes e 170 colaboradores”, revela Herbert.

    De 30 a 900 clientes: superando com a por preço

    A expansão da Soma foi astronômica, mas Herbert é categórico ao afirmar que isso se deveu a uma na atuação da empresa.

    “Nós estamos trazendo outros serviços além da Assessoria Contábil, como o , Consultoria Financeira e outros”.

    Fica claro que o foco de atuação da Soma é voltada ao mercado, aos clientes e ao aprimoramento de seus produtos e serviços.

    Mas nem sempre é fácil cumprir o compromisso de tornar possível o dos seus clientes.

    “A principal dificuldade que a gente encontrou lá atrás é a mesma de hoje, que é o que quer trabalhar com o preço muito abaixo do valor real de mercado”, admite o .

    Para fugir da por preço, a Soma procura oferecer uma contabilidade consultiva, estratégica e inovadora.

    Outra questão que vem preocupando Herbert prende-se com a dificuldade de muitos clientes entenderem o valor da contabilidade.

    “A contabilidade ainda é vista como um cumprimento de obrigações, como se o contador existisse apenas para gerar imposto”, assume o diretor da Soma.

    “Para mudar esta ideia errada e aumentar a credibilidade, competência e profissionalismo no seu , procurei os conselhos do Prof. Roberto Dias Duarte.”.

    Uma visão global do

    O workshop Contador 2.0 in company trouxe para a Soma a necessidade de passar a trabalhar com nichos de mercado.

    “A Soma antes não trabalhava com bem definido, depois da intervenção do Roberto estamos buscando achar esse perfil de cliente que já tem processo, é mais maduro e que entenda a importância da contabilidade”, revela.

     

    Com visão, missão e valores bem definidos, a Soma Contabilidades vem se preocupando em entregar um serviço de qualidade e de valor.

    “Buscando algo que não seja apenas a contabilidade convencional, mas olhar a parte financeira do cliente, perceber se a performance dele está de acordo com o que o mercado espera”, diz.

    Mudanças no setor contábil: Como a Soma vem se preparando

    "Eu venho percebendo essas mudanças como muito positivas porque vêm ajudar a agregar valor, e o contador vai passar a ser mais valorizado, só precisamos nos preparar”,
    “Eu venho percebendo essas mudanças como muito positivas porque vêm ajudar a agregar valor, e o contador vai passar a ser mais valorizado, só precisamos nos preparar”,

    “Quanto às mudanças que estão acontecendo na contabilidade, eu consegui percebê-las lá atrás”, revela Herbert.

    Tendências na contabilidade

    As tendências na contabilidade transformaram o futuro da empresa.

    “A Soma vem se preparando para essas mudanças e planejando novas coisas para o futuro”, conta.

    A visão de Herbert permitiu colocar a empresa em um patamar acima da . Para continuar o caminho do , o contador precisava ter a certeza de estar fazendo a coisa certa.

    “Roberto nos mostrou as mudanças que estão ocorrendo no mercado da contabilidade no Brasil, e também a nível mundial. E qual caminho precisamos trilhar”, admite o contador.

    Assim, para sobreviver no mercado e ver o seu negócio prosperar, o contador deve adotar uma de pensamento, atitude e cultura.

    “Eu venho percebendo essas mudanças como muito positivas porque vêm ajudar a agregar valor, e o contador vai passar a ser mais valorizado, só precisamos nos preparar”, revela.

    A tecnologia na contabilidade proporciona tempo para fazer com foco no que realmente interessa: o cliente! Herbert vê com bons olhos o aumento da no setor e as expectativas não podiam ser melhores.

    “Eu vejo um mercado muito grande, um mercado que busca bons profissionais e que está disposto a pagar bem por eles”, afirma.

    O compromisso da Soma com os seus clientes está em tornar o trabalho destes mais fácil, rápido e seguro. Para isso regem-se por valores de transparência, profissionalismo e dedicação.

    “O nosso futuro é investir em pessoas, , no e satisfação do nosso cliente fazendo com que ele seja fã do nosso trabalho”, remata o diretor da Soma.

    Afinal, como o partiu de 30 para 900 clientes?

    A resposta é simples para entender, mas difícil de fazer: querendo sempre mais. Herbert Araújo tem o modelo mental (mind set) . Por isso, ele acredita que sempre pode fazer mais e melhor. Seu parâmetro de comparação não é o outro. É ele próprio!

    E, por que é fácil de entender e difícil de fazer?

    Porque o primeiro passo para isso é assumir que você é protagonista da sua própria vida!

    Segundo professor Fernando Dolabela, um dos maiores especialistas no tema, autor de “O Segredo de Luísa”:

    “O é um insatisfeito que transforma seu inconformismo em descobertas e propostas positivas para si mesmo e para os outros. É alguém que prefere seguir caminhos não percorridos, que define a partir do indefinido, acredita que seus atos podem gerar conseqüências. Em suma, alguém que acredita que pode alterar o mundo. É protagonista e autor de sim mesmo e, principalmente, da comunidade em que vive.”

    Enfim, Herbert é a personificação deste mindset !

    Qual sua opinião sobre isso?