Saiba quais são os erros mais comuns da metodologia OKR

Saiba quais são os erros mais comuns da metodologia OKR

Escritórios de contabilidade, como qualquer outro tipo de negócio, precisam pensar, cada vez mais, em otimizar suas atuações e garantir resultados sólidos, capazes de gerar crescimento da empresa, em todos os sentidos, desde o financeiro, até estrutural, empresarial, satisfação de colaboradores e clientes, etc.

Para isso, é importante aderir aos diferentes conceitos relacionados à gestão. As para entendimento e análise de resultados estão em alta são cada vez mais relevantes e, desta forma, é importante que os gestores estejam ligados a todo tipo de e possibilidade de conhecimento.

Entre estes tipos de indicadores, está o uso da metodologia OKR. A sigla vem do inglês Objectives and Key Results. Na tradução, já é possível entender seu objetivo. Trata-se de criar objetivos e selecionar resultados-chave que serão considerados para alcançar as metas definidas.

Porém, quem trabalha como gestor de um negócio já está, ou pelo menos deveria estar familiarizado com o conceito, já bastante aplicado por empresas, incluindo os escritórios de contabilidade. Nosso foco neste conteúdo será outro.

Erros mais comuns no uso da metodologia OKR

O objetivo deste texto, portanto, é comentar um pouco mais sobre possíveis erros na utilização deste conceito. Introduzi-lo no escritório e buscar inovar a partir disso, melhorando resultados e fazendo uma mais completa, é uma prática já bastante disseminada. Mas será que todos os usuários fazem o uso correto?

Apontando alguns erros relacionados ao OKR, acreditamos ser possível ajudar na busca por respostas e por melhorias na forma de aplicação da ideia de criar objetivos e colocar resultados-chave para analisar a real eficiência no cumprimento das metas. Vamos aos equívocos mais comuns.

Trabalho em conjunto é indispensável

O primeiro ponto importante aqui é entender que, para a metodologia OKR funcionar de forma perfeita, o trabalho precisa ser feito em conjunto, de maneira horizontal e com cada setor do escritório ajudando na formação dos objetivos.

Um erro muito comum é o gestor principal, o dono do negócio, fazer um plano de cima para baixo. Define objetivos sozinho e os lança para o resto da equipe, muitas vezes sem saber detalhadamente o contexto de cada time.

Considerando que a metodologia OKR funciona de forma muito minuciosa, com a busca por resultados-chave muito detalhados para definir o cumprimento ou não de uma meta, isso é um erro enorme.

Afinal, se não há a colaboração de quem está mergulhado em determinado setor, não é possível fazer uma projeção tão precisa. Por isso, torna-se mais difícil cumprir os objetivos e isso pode gerar problemas internos.

Portanto, o ideal é que a definição e o uso da metodologia OKR seja feita de forma conjunta e horizontal, com todos apresentando pontos relevantes antes da aplicação definitiva dos objetivos e dos resultados-chave para análise.

Falta de transparência

Ainda relacionado à capacidade do negócio de ouvir a todos e incluir os setores nas discussões sobre a metodologia OKR, a falta de transparência na divulgação dos dados para análise também é um erro comum.

Muitos gestores acreditam que, por estarem em posição de liderança, podem guardar os resultados para si e só repassar críticas, ou elogios, aos demais. Não é bem assim. O ideal é que todos tenham acesso aos dados necessários, para entenderem quais pontos são mais importantes para ajustes na realidade daquele departamento, nas atividades específicas de cada colaborador.

Se isso não acontece, é mais difícil criar uma de e evolução com os funcionários no escritório, caindo em um cenário de marasmo e pouco crescimento, o que nunca é bom.

Pegar um formato pronto de outras empresas e tentar aplicar

Mais um equívoco que precisa ser combatido no escritório é a ideia de pegar um formato pronto. Por exemplo: um negócio teve a partir da introdução da OKR. Isso aconteceu porque aquela empresa entendeu sua realidade e fez um trabalho bem feito de objetivos e resultados-chave.

Mas cada escritório tem sua realidade e peculiaridade. Sendo assim, um grande erro é pegar o modelo usado por outros e replicar. Provavelmente, não vai funcionar.

Até é possível usar outros como modelos, mas é preciso fazer um trabalho de adaptação à realidade do seu escritório. Número de clientes, público-alvo, perspectiva de receita e outros pontos de análise são diferentes de um para outro. Logo, não é errado ter inspirações. Mas é um equívoco perigoso simplesmente copiar o modelo de OKR.

Não entender exatamente o que são os resultados

Este pode parecer um erro estranho, ou difícil de ser cometido, mas é mais comum do que se imagina. Muitas vezes, após a definição dos objetivos, o escritório vai definir os resultados-chave, mas não o faz corretamente, gerando certa confusão.

Um equívoco comum é considerar o resultado como o que precisa ser feito para cumprir objetivo. Então, em vez de colocar como resultado-chave o crescimento de 30% nos acessos de clientes às redes sociais, por exemplo, a empresa define que a busca é por publicar 70% mais conteúdos na internet.

A publicação de conteúdos não é o resultado, é o meio para tentar chegar a ele. O resultado é garantir o crescimento desejado. Mas, se na hora de definição é colocada a publicação, o escritório acreditará que cumpriu bem sua meta ao aumentar o número de posts. Se o crescimento não foi o ideal, isso fica escondido por trás de um falso cumprimento da meta.

E quando falamos em falso, não é por dolo. É por falta de conhecimento sobre o que são, na prática, resultados-chave. Equívocos em relação ao conceito de resultado-chave são mais comuns do que parecem.

Estes são alguns dos erros mais comuns no momento de definir e utilizar a metodologia OKR em seu escritório. É importante evitá-los para que todos os benefícios da utilização deste formato se traduzam em vantagens reais para todo o negócio.

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