Afinal, como grandes líderes inspiram ação?

Afinal, como grandes líderes inspiram ação?

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo”, essa é a antiga e popular frase sobre pessoas com altos níveis de autoridade, mas não é bem assim que funciona hoje. Atualmente, os grandes líderes inspiram ação, não trabalho com um simples apelo ao autoritarismo.

Não é à toa que uma de Simon Sinek ficou tão popular em um TEDx, a qual é intitulada “Como grandes líderes inspiram ação”. A partir da análise dos grandes líderes, como companhias iguais à Apple ou líderes como Martin Luther King, que o especialista em liderança compreendeu o ingrediente necessário para tanto sucesso.

Continue a leitura e entenda como um líder consegue inspirar sua equipe ou uma empresa consegue dominar um mercado.

Conheça Simon Sinek

Talvez você ainda não ligue o nome a pessoa, mas já tenha se deparado com algumas das capas de livros de Simon Sinek ou mesmo suas palestras em um vídeo na internet. Isso porque ele é um especialista em liderança, o qual ganhou grande destaque falando sobre esse tema além de discursos motivacionais.

É autor dos livros:

• Comece pelo porquê: Como grandes líderes inspiram pessoas e equipes a agir
• O jogo infinito
• Encontre seu porquê: Um guia prático para descobrir o seu propósito e o de sua equipe
• Líderes se servem por último: Como construir equipes seguras e confiantes
• Juntos somos melhores

Em sua trajetória já trabalhou com agências de publicidade e parou de atuar nesse mercado porque abriu seu próprio negócio, a Sinek Partners. Além de, claro, escrever sobre o tema liderança, alcançando muito com os títulos que trouxemos acima.

As ideias presentes em “Como grandes líderes inspiram ação”

A que mantém o topo de uma das mais assistidas online é “Como grandes líderes inspiram ação”, de Simon Sinek e nela ele traz um conceito muito simples, mas com poder transformador sobre liderança. Primeiro, o nosso começou a analisar o que aproxima pessoas ou empresas com poder de influência.

Trouxe exemplos relevantes como a Apple, os irmãos Wright e Martin Luther King. O que essas figuras possuem em comum e que causa tanto impacto na sua relevância no mundo? Afinal, muitas empresas, por exemplo, possuem os mesmos conhecimentos e recursos como a Apple.

Porém, nenhuma delas até hoje conseguiu tomar o espaço que a organização ocupa em seu mercado. Pensando nisso, Sinek buscou decodificar esse ingrediente de por meio de alguns padrões, são eles: Círculo dourado, Lei da difusão da e Líderes x Aqueles que lideram.

O círculo dourado

A resposta para o questionamento que Simon trouxe está em um padrão de comportamento e comunicação encontrado nos exemplos que citamos antes. Ele separou em um círculo dourado, uma representação de três círculos, sendo um dentro do outro.

De fora para dentro temos aspectos como “O que?”, “Como?” e “Por quê?”. O trabalho desses líderes nesses aspectos determina se serão ou não inspiração para ações. Assim, nas camadas externas do nosso círculo, temos questões que todos sabem muito bem, que é o “o que” e o “como”.

Todas as empresas de um segmento, por exemplo, sabem o que fazem e como o fazem, tendo a sua disposição recursos para tal. O primeiro é a tarefa realizada e o segundo é a forma como ela é realizada, apontando objetivos comuns em toda empresa de um mesmo nicho.

O que ingrediente é sobre o “por quê?” essas pessoas e empresas fazem o que fazem, o motivador para suas ações. É o que o chama de comunicação de dentro para fora, sendo a prioridade mostrar o motivo para tudo antes de o que e como as coisas são feitas.

Isso acontece porque as pessoas compram produtos e ideias pelo seu motivador, o valor que aquele produto tem. Em contexto de liderança, aquele que inspira o faz por seus motivadores, os seus ideais, o que impacta aqueles que estão ao seu redor.

Lei da difusão da

O conceito a seguir traz um panorama dividindo o mercado em dois grandes grupos: mercado inicial e mercado principal. O primeiro grupo é formado por pessoas que consomem aquilo que é inovador, que decidem apostar em novas ideias.

Dividimos em dois subgrupos: inovadores e primeiros adeptos, somando 16%. O segundo grande grupo é subdividido em maioria inicial, maioria tardia e retardatária. São aqueles que consomem apenas quando algo já está fazendo parte do cotidiano ou mesmo quando não há outras opções de consumo, somando 84%.

Dessa forma, o “por quê?” é o instrumento para diminuir o abismo existente no mercado entre os dois grandes grupos. Isso faz com que as pessoas tenham mais chances de consumir algo, visando o motivador da empresa. Podemos traçar um paralelo sobre clientes e sobre funcionários de uma empresa considerando esse conceito.

Líderes x Aqueles que lideram

Ao fim de sua famosa palestra, Simon traz o conceito final, sobre líderes e aqueles que lideram. Fala que os primeiros são aqueles que possuem posições de autoridade, simplesmente atuam em uma posição de poder, como altos cargos de uma empresa.

Por outro lado, aqueles que lideram são os que realmente são capazes de inspirar ação. Isso porque mostram a sua e fazem com que as pessoas sigam o mesmo caminho porque compartilham do mesmo “por quê?”. Uma empresa não deve como seu motivador o lucro, porque seus colaboradores também serão assim.

A partir de outra perspectiva, se o motivo pelo qual a empresa atua é encantar o cliente, os colaboradores também atuarão para cumprir esse objetivo. Com isso, a própria contratação de funcionários se torna bem sucedida, gerando como frutos pessoas que querem fazer diferença, bem como seus líderes.

Assim, chegamos ao fim dos conceitos trazidos na de Simon Sinek, sobre como líderes inspiram ação. É muito importante identificarmos o nosso motivador, a fim de que a receita para o realmente tenha resultados. Porque não adianta ter recursos ilimitados em mãos, se o objetivo não é algo que as pessoas também desejam seguir.

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